Gosto dos olhos (impossível não citá-los). E da tua boca da qual me custa despedir. Da tua liberdade, que às vezes me incomoda, mas pela qual me apaixono sempre. Do teu desejo de um novo mundo (como gosto!) e da tua ingenuidade linda... Da tua tolerância, da tua paciência...
Da tua segurança. E da insegurança também.
Gosto da ânsia que me causa a espera pelo fim das tuas frases, da pouco importância que dás às certezas. Gosto dessa incerteza toda.
Gosto do som do violão ao telefone, denunciando a tua introspecção. Eu adoro as tuas tentativas (frustradas) de explicar os sentimentos (pára de ser psicólogo conosco, menino-liberdade!).
E gosto de muitas outras coisas mais que ainda vou te contar na eternidade dos próximos instantes.
Da tua segurança. E da insegurança também.
Gosto da ânsia que me causa a espera pelo fim das tuas frases, da pouco importância que dás às certezas. Gosto dessa incerteza toda.
Gosto do som do violão ao telefone, denunciando a tua introspecção. Eu adoro as tuas tentativas (frustradas) de explicar os sentimentos (pára de ser psicólogo conosco, menino-liberdade!).
E gosto de muitas outras coisas mais que ainda vou te contar na eternidade dos próximos instantes.
0 comentários:
Postar um comentário