Me traduz, palavra!
Diz o que eu não me digo por dentro.
Deixa das tuas metalinguagens,
das tuas sofisticações e só me traduz.
Precisas provar, palavra,
pro meu coração ainda não-linguista
que és tradução universal.
Ou será que não faço parte do universo?
Ah, palavra...
Será que és só pretensão?
O mar me explicaria melhor,
não pela beleza,
mas pela devastação.
Desiste então, palavra,
desta tradução.
Porque de alma tens repertório curto.
pro meu coração ainda não-linguista
que és tradução universal.
Ou será que não faço parte do universo?
Ah, palavra...
Será que és só pretensão?
O mar me explicaria melhor,
não pela beleza,
mas pela devastação.
Desiste então, palavra,
desta tradução.
Porque de alma tens repertório curto.
1 comentários:
Ahh as palavras! Sempre nos deixam na mão, nunca são o bastante...
Postar um comentário