
Não é minha culpa o amor que te dou;
Não é tua culpa aceitar o peso
de ser a poesia que alimenta-me a vida!
Absolva-me por vestir-me de amor
Não é minha culpa!
tampouco despir-me de amor...
Perdoa, mesmo que não haja
sequer contrição...
o meu vício pelo cheiro da tua boca:
Diferente!
Absolva-me quando, baixinho,
Eu disser i'm sorry...
Absorva-me pelos poros;
Porque quando não absolvida
quero esconder mais do que os olhos,
arrebatados por ti!


